quarta-feira, 19 de janeiro de 2011


é estranho como ele morre e renasce, de um momento para o outro.. é como a respiração, eu inspiro; tu expiras; e de novo: eu expiro e tu inspiras; não o conseguimos manter muito tempo cá dentro. se tu susteres a respiração, tu irás morrer porque ela tornar-se-á viciada, ela tornar-se-á morta. Ela irá perder aquela vitalidade, a qualidade da vida. e é como ele, ele está a respirar; a cada momento que passa, ele renova-se. e quando ficamos presos nele e paramos de respirar, a vida perde toda a significância. o coração não conhece nenhuma possessibilidade, mas a mente contamina-o, envenena-o. deviamos tornar isto numa meditação: quando tu expirares, sente que estás a derramar o teu amor na existência; quando tu inspirares, a existência está a derramar o teu amor em ti. e no fim, sei que é mais fácil respirar quando estás comigo, para que este amor se deixe derramar e se derrame em mim.

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