'e quando penso que tenho palavras para tudo, tu chegas e roubas-me cada letra da minha vida'
quinta-feira, 7 de julho de 2011
verdádjinhá
a mesma água que mata a sede, afoga. o mesmo fogo que aquece do frio, queima. a mesma mão que acaricia, mata. a mesma boca que beija, ofende. o mesmo amor que traz felicidade, magoa.
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